Os Centros de um Triângulo
Uma exploração e comparação de quatro pontos diferentes os quais podem ser considerados "o centro" de um triâgulo.
[Direções : Execute primeiramente a seção Code Resource. Embora não haja nenhum output imediato, essas definições serão usadas posteriormente em outro this worksheet.
0. Código
| > | restart; with(plots): with(geometry): |
Warning, the name changecoords has been redefined
| > | cbk := 'color = black, filled = true': #black cwh := 'color = white, filled = true': #white cy := 'color = COLOR(RGB, .1, .85, .1), filled = true': #light yellow cy1 := 'color = COLOR(RGB, .8, .7, .0), filled = true': #yellow cy2 := 'color = COLOR(RGB, .8, .6, .0), filled = true': #yellow (orangish) cc := 'color = COLOR(RGB, .78, .52, .0), filled = true': #coral (orange/yellow) cdb := 'color = COLOR(RGB, .30, .20, .1), filled = true': #dark brown cdb2 := 'color = COLOR(RGB, .45, .30, .15), filled = true': #dark brown 50% brighter cdb3 := 'color = COLOR(RGB, .6, .40, .2), filled = true': #dark brown 100% brighter cdb4 := 'color = COLOR(RGB, .75, .50, .25), filled = true': #dark brown 150% brighter cdb5 := 'color = COLOR(RGB, .85, .70, .5), filled = true': #dark brown brighter cgr := 'color = COLOR(RGB, .6, .65, .6), filled = true': cgr2 := 'color = COLOR(RGB, .35, .38, .35), filled = true': cgr4 := 'color = COLOR(RGB, .6, .90, .62), filled = true': #light green co := 'color = COLOR(RGB, .9, .5, .1), filled = true': co2 := 'color = COLOR(RGB, .8, .6, .1), filled = true': cr := 'color = COLOR(RGB, .9, .2, .1), filled = true': cr2 := 'color = COLOR(RGB, .9, .4, .2), filled = true': cy := 'color = COLOR(RGB, .8, .8, .1), filled = true': cg := 'color = COLOR(RGB, .35, .6, .35), filled = true': cg2 := 'color = COLOR(RGB, .5, .75, .5), filled = true': cb := 'color = COLOR(RGB, .5, .4, .8), filled = true': cb2 := 'color = COLOR(RGB, .3, .2, .8), filled = true': csb := 'color = COLOR(RGB, .3,.4, .9), filled = true': cgr := 'color = COLOR(RGB, .6, .65, .6), filled = true': cgr2 := 'color = COLOR(RGB, .35, .38, .35), filled = true': |
| > | lr2 := 'color = red, thickness = 2': lb2 := 'color = COLOR(RGB, .3,.4, .9), thickness = 2': lg2 := 'color = COLOR(RGB, .35, .7, .35), thickness = 2': lw2 := 'color = white, thickness = 2': lk2 := 'color = black, linestyle = 3': ldb2 := 'color = COLOR(RGB, .30, .20, .1), thickness = 2': ldb42 := 'color = COLOR(RGB, .85, .70, .5), thickness = 2': ly := 'color = COLOR(RGB, .8, .6, .0), thickness = 2, linestyle = 3': lgy := 'color = COLOR(RGB, .4, .4, .4), thickness = 2': lgy2 := 'color = COLOR(RGB, .65, .65, .65), thickness = 2': |
| > | an := 'axes = none': |
| > | point( A, [-3, - 2]): point( B, [ 8, - 1]): point( C, [ 0, 5]): triangle( T, [A,B,C]): |
| > | point( A2, [ 0, 0]): point( B2, [ 10, 0]): point( C2, [ 0, 8]): triangle( T2, [A2,B2,C2]): |
| > | point( A3, [ 0, 0]): point( B3, [ 10, 0]): point( C3, [ -5, 8]): triangle( T3, [A3,B3,C3]): |
| > | point( A4, [-5, 1]): point( B4, [ 9, - 1]): point( C4, [ 0, 5]): triangle( T4, [A4,B4,C4]): |
| > | #draw( [T(cdb),T2(cdb5),T3(cdb3),T4(cdb2)] ); |
| > |
1. Ângulos Bissetriz > Incenter
Um triângulo tem três ângulos. Cada ângulo pode ser bifurcado por uma linha
| > | bisector(bi1,A,T): bisector(bi2,B,T): bisector(bi3,C,T): |
| > | draw( [T(cdb), bi1(ldb42)]); |
Maravilhoso essas três linhas divididas. Essa divisão dessas três linhas é o incenter, o qual é o centro do círculo inscrito.
| > | draw( [T(cdb), bi1(ldb42),bi2(ldb42),bi3(ldb42)]); |
Mais maravilhoso é que é sempre possível desenhar um círculo o qual está centrado nesse ponto, o qual se adapta dentro do triângulopara que ele toque cada um dos três lados. Isso é chamado "inscribed circle" para o triângulo. E isso porque nós chamamos esse ponto de "no centro" porque ele é o centrodo círculo. Aqui está uma visão com ângulos bissetrizdemonstrando que eles se dividem no centro do círculo inscrito.
| > | incircle( inT, T): draw( [inT(cdb3), T(cdb), bi1(ldb42),bi2(ldb42),bi3(ldb42), center(inT)],an); |
| > | draw( [ inT, center(inT),bi1,bi2,bi3,T], color=[red,black,blue,coral,coral,coral], an ); |
Aqui estão outros triângulos
.
| > | draw( T3(cdb),an); |
| > | bisector(bi1,A3,T3): bisector(bi2,B3,T3): bisector(bi3,C3,T3): incircle( inT, T3): draw( [inT(cdb3), T3(cdb), bi1(ldb42),bi2(ldb42),bi3(ldb42), center(inT)], an); |
| > | bisector(bi1,A2,T2): bisector(bi2,B2,T2): bisector(bi3,C2,T2): incircle( inT, T2): draw( [inT(cdb3), T2(cdb), bi1(ldb42),bi2(ldb42),bi3(ldb42), center(inT)],an); |
2. Bissetriz Perpendicular > Circumcenter
Uma
bissetriz perpendicular
de um segmento é outra linha a qual divide em duas partes iguais o segmento e é ao mesmo tempo perpendicular a ele. Cada lado do triângulo é um segmento de linha, e portanto pode ser dividido.
| > | PerpenBisector( p1, A, B): PerpenBisector( p2, B, C): PerpenBisector( p3, A, C): segment( base, A, B): draw( [T(cb), p1(ly), base(lr2) ],an); |
| > | segment( base, B, C): draw( [T(cb), p2(ly), base(lr2) ],an); |
| > | segment( base, A, C): draw( [T(cb), p3(ly), base(lr2) ],an); |
Quando as bissetrizes perpendiculares são desenhadas para os três lados, elas se dividem em um único ponto chamado
circumcenter
.
| > | draw( [p1(ly),p2(ly),p3(ly),T(cb)],an); |
O circumcenter deve ser o centro do círculo o qual cisrcunscreve o triângulo. Aqui está um panorama com o ângulo bissetriz demonstrando que ele divide o centro do círculo inscrito.
| > | circumcircle( outT, T): draw( [ center(outT), p1(ly),p2(ly),p3(ly),T(cb),outT(cb2)],an); |
Aqui estão outros exemplos. Observe que o circumcenter está dentro do triângulo acima, mas neste próximo exemplo
| > | PerpenBisector( p1, A3, B3): PerpenBisector( p2, B3, C3): PerpenBisector( p3, A3, C3): circumcircle( outT, T3): draw( [ center(outT), p1(ly),p2(ly),p3(ly),T3(cb),outT(cb2)],an); |
Um triângulo retângulo tem o seu circumcenter na hipotenusa - consistente com a propriedade dos semi-círculos e triângulos inscritos
| > | PerpenBisector( p1, A2, B2): PerpenBisector( p2, B2, C2): PerpenBisector( p3, A2, C2): circumcircle( outT, T2): draw( [ center(outT), p1(ly),p2(ly),p3(ly),T2(cb),outT(cb2)],an); |
| > | PerpenBisector( p1, A4, B4): PerpenBisector( p2, B4, C4): PerpenBisector( p3, A4, C4): circumcircle( outT, T4): draw( [ center(outT), p1(ly),p2(ly),p3(ly),T4(cb),outT(cb2)],an); |
3. Comparando o Círculo Inscribed ao Círculo Circumscribed
Nós temo svisto que cada triângulo tem um círculo inscribed e um círculo circumscribed. Como seria se nós plotássemos ambos de uma vez? Eles teriam o mesmo centro? Vamos ver ambos no mesmo gráfico.
| > | bisector(bi1,A,T): bisector(bi2,B,T): bisector(bi3,C,T): incircle( inT,T): PerpenBisector( p1,A,B): PerpenBisector( p2,B,C): PerpenBisector( p3,A,C): circumcircle( outT, T): draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T(cwh), bi1(lw2),bi2(lw2),bi3(lw2),p1(ly),p2(ly),p3(ly), outT(cb2)],an); |
| > | draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T(cwh), outT(cb2)],an); |
O círculo menor é o círculo inscribed e o maior é o circumscribed. Você pode ver que o incenter e o circumcenters não são os mesmos.
| > | bisector(bi1,A3,T3): bisector(bi2,B3,T3): bisector(bi3,C3,T3): incircle( inT,T3): PerpenBisector( p1,A3,B3): PerpenBisector( p2,B3,C3): PerpenBisector( p3,A3,C3): circumcircle( outT, T3): draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T3(cwh), bi1(lw2),bi2(lw2),bi3(lw2),p1(ly),p2(ly),p3(ly), outT(cb2)],an); |
| > | draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T(cwh), outT(cb2)],an); |
| > | incircle( inT,T2): circumcircle( outT, T2): draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T2(cwh), outT(cb2)],an); |
| > | incircle( inT,T4): circumcircle( outT, T4): draw( [center(inT),center(outT), inT(cb),T4(cwh), outT(cb2)],an); |
Se nós modificarmos essa situação e iniciássemos com dois círculos, você poderia encontrar um único triângulo o qual tenha o círculo menor como o círculo inscribed, e o maior como circumscribed? E se você recebesse um único ponto no círculo maior o qual fosse o vértice do triângulo...
| > | incircle( inT,T2): circumcircle( outT, T): draw( [inT(color=navy),outT(color=navy) ],axes = none); |
4. Medianas > Centroid
Uma mediana de um triângulo é uma linha a qual conecta um vértice com o ponto central do lado oposto. Observe que uma mediana não é geralmente um ângulo bissetriz ou uma bissetriz perpendicular, exceto em casos especiais.
| > | median(md1,A,T): median(md2,B,T): median(md3,C,T): midpoint(mp,B,C): segment( s1,B,mp):segment( s2,C,mp): draw( [T(co), md1(lk2), mp, s1(lb2), s2(lg2)], an); |
Se você observar atentamente, verá que a linha preta é desenhada do vértice do ponto central ao lado oposto. O lado oposto é dividido em duas partes, uma verde e uma azul, e essas partes tem tamanhos iguais. Aqui está outra mediana do mesmo triângulo.
| > | midpoint(mp,A,C): segment( s1,A,mp):segment( s2,C,mp): draw( [T(co), md2(lk2), mp, s1(lb2), s2(lg2)], an); |
O ponto onde as três medianas se encontram é chamado
centroid
. Esse é um ponto muito especial porque representa o centro de gravidade do triângulo. Se o triângulo fosse feito de metal ou madeira de mesma espessura, o centroid poderia ser o único ponto onde você poderia balançar o triângulo com a ponta de um único dedo!
| > | draw( [T(co), md1(lk2),md2(lk2),md3(lk2)],an); |
| > | median(md1,A3,T3): median(md2,B3,T3): median(md3,C3,T3): draw( [T3(co), md1(lk2),md2(lk2),md3(lk2)],an); |
| > | median(md1,A2,T2): median(md2,B2,T2): median(md3,C2,T2): draw( [T2(co), md1(lk2),md2(lk2),md3(lk2)],an); |
| > | median(md1,A4,T4): median(md2,B4,T4): median(md3,C4,T4): draw( [T4(co), md1(lk2),md2(lk2),md3(lk2)],an); |
O centroid tem outra propriedade especial. Ele corta cada mediana em duas partes, uma duas vezes maior do que a outra. Nós podemo sverificar isso. Observe que a distância da centroid para cada vértice é exatamente duas vezes a distância da centroid para o ponto central.
| > | centroid( ct, T): midpoint( mAB, A, B): midpoint( mBC, B, C): midpoint( mAC, A, C): |
| > | evalf( distance( C, ct)) ; evalf( distance( mAB, ct)) ; `Twice the second piece is `= 2*%; `Which is the same as the first piece`; |
| > | evalf( distance( A, ct)) ; evalf( distance( mBC, ct)) ; `Twice the second piece is `= 2*%; `Which is the same as the first piece`; |
| > | evalf( distance( B, ct)) ; evalf( distance( mAC, ct)) ; `Twice the second piece is `= 2*%; `Which is the same as the first piece`; |
5. Altitudes > Ortocentro
Uma altitude é um segmento de linha que se extende de um vértice ao lado oposto, ou uma extensão daquele lado oposto, perpendicular a ele. Uma altitude é algo como uma mediana que vai do vértice ao lado oposto, no entanto, ela não passa necessariamente através do ponto central do lado oposto. Muitas vezes, a altitude está localizada fora do círculo.
| > | altitude(alt1,A,T): altitude(alt2,B,T): altitude(alt3,C,T): draw( [T(cg), alt3(lgy2)],an ); |
| > | draw( [T(cg), alt1(lgy2)],an ); |
| > | draw( [T(cg), alt2(lgy2)],an ); |
O cruzamento das três altitudes e chamada
ortocentro
.
| > | draw( [T(cg), alt1(lgy2),alt2(lgy2), alt3(lgy2)],an ); |
Vamos ver mais alguns exemplos. Alguns dos ortocentros não estão no triângulo.
| > | altitude(alt1,A3,T3): altitude(alt2,B3,T3): altitude(alt3,C3,T3): orthocenter( oc, T3): draw( [oc, T3(cg), alt1(lgy2),alt2(lgy2), alt3(lgy2)],an ); |
| > | altitude(alt1,A2,T2): altitude(alt2,B2,T2): altitude(alt3,C2,T2): orthocenter( oc, T2): draw( [oc, T2(cg), alt1(lgy2),alt2(lgy2), alt3(lgy2)],an ); |
| > | altitude(alt1,A4,T4): altitude(alt2,B4,T4): altitude(alt3,C4,T4): orthocenter( oc, T4): draw( [oc, T4(cg), alt1(lgy2),alt2(lgy2), alt3(lgy2)],an ); |
6. Tudo Junto Agora - Compare & Contraste
Nós vimos quatro pontos de concorrência. Como eles se comportam juntos? Vamos desenhar 12 linhas de discussão em um único diagrama
| > | bisector(bi1,A,T): bisector(bi2,B,T): bisector(bi3,C,T): incircle( inT, T): PerpenBisector( p1,A,B): PerpenBisector( p2,B,C): PerpenBisector( p3,A,C): circumcircle( outT, T):centroid( ct, T):orthocenter( oc, T): median(md1,A,T): median(md2,B,T): median(md3,C,T): altitude(alt1,A,T): altitude(alt2,B,T): altitude(alt3,C,T): |
| > | draw( [ center(inT),center(outT),oc,ct, bi1,bi2,bi3, p1(ly),p2(ly),p3(ly), md1(lk2),md2(lk2),md3(lk2), alt1(lgy2),alt2(lgy2),alt3(lgy2), inT(cb),T(cwh),outT(cb2) ],an ); |
bem isso é muito interessante! Vamos olhar para os quatro centros.
| > | draw( [ center(inT),center(outT),oc, ct, inT(cb),T(cwh),outT(cb2) ],an ); |
| > | draw( [ center(inT),center(outT),oc,ct,inT(cy2),T(co)],an ); |
Como você pode ver, os quatro centros são quatro pontos distintos!
| > | incircle( inT, T3):circumcircle( outT, T3):centroid( ct, T3):orthocenter( oc, T3): draw( [ center(inT),center(outT),oc,ct,inT(cy2),T3(co)], an); |
| > | incircle( inT, T2):circumcircle( outT, T2):centroid( ct, T2):orthocenter( oc, T2): draw( [ center(inT),center(outT),oc,ct,inT(cy2),T2(co)], an); |
| > | incircle( inT, T4):circumcircle( outT, T4):centroid( ct, T4):orthocenter( oc, T4): draw( [ center(inT),center(outT),oc,ct,inT(cy2),T4(co)], an); |
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